Iniciado curso de Casqueamento e Ferrageamento em Floresta Azul

Teve início na manhã de hoje, segunda-feira (11), e vai até a próxima quarta-feira (13), o curso de Casqueamento e Ferrageamento em equinos e muares. O curso está acontecendo na belíssima Fazenda Indaiá, do empresário Fabian Silveira, na BR-415 - próximo a entrada do distrito de Coquinhos - e está sendo promovido pela Prefeitura de Floresta Azul através da Secretaria Municipal de Agricultura, Meio Ambiente e Recursos Hídricos, por meio do Sindicato dos Produtores Rurais de Ibicaraí-BA e do seu presidente Sócrates Esteves, que solicitou o curso junto ao Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - SENAR.

O curso tem duração de três dias, com 8 horas-aula por dia, totalizando 24 horas. As aulas têm início das 08:00 às 17:00h, com uma hora para almoço, e conta com o mobilizador do sindicato, o técnico agrícola Luiz Adalberto Alves de Matos (Beto de Teta) e o instrutor do SENAR Cláudio Andrade (Kau de Meira) a frente do curso.

O curso é voltado para vaqueiros e profissionais do meio rural de Floresta Azul e cidades circunvizinhas e teve o primeiro dia de aula teórica (sala de aula) e a partir de amanhã (terça-feira) terá início as aulas práticas (campo).

Segundo Valter Rubens Alcântara Santos, secretário municipal de Agricultura, Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Floresta Azul, o curso será de grande valia para todos os participantes: "É preciso agradecer a prefeitura de Floresta Azul que colocou a Secretaria de Agricultura e a Assessoria de Comunicação do município a disposição; além de Beto de Teta, Sócrates Esteves, Cláudio Andrade, os alunos que aqui estão e o proprietário da Fazenda Indaiá, que nos cedeu as dependências da fazenda para a realização desse curso", disse Valter.

"Abordaremos nesses três dias de curso a Anatomia do aparelho locomotor; Casqueamento e Ferrageamento básico de cavalos;  Equipamentos e materiais para o ferrageamento e o Ferrageamento a quente. Só receberá o diploma quem fizer pelo menos 80 por cento do curso e participar das aulas práticas", disse Cláudio.

Texto: Ascom Floresta Azul - Agricultura | Fotos: Internet


Expo Agro Barreiras tem programação voltada aos aquicultores da região

O município de Barreiras, no oeste baiano, recebe entre os dias 10 e 17 de julho, atividades voltadas aos aquicultores da região. As ações, realizadas pela Bahia Pesca, empresa vinculada à Secretaria de Agricultura do Estado (Seagri), fazem parte da 34ª Exposição Agropecuária da cidade. Um dos destaques do evento é o tanque de recirculação de água para criação de peixes, que ficará exposto no estande da empresa. A Bahia Pesca também ministrará curso de gestão e estratégias para o aumento da produção de pescado.
Foto Ilustrativa
A aula é gratuita e acontece no dia 12 de julho, às 8h30, no auditório do pavilhão da agricultura familiar, dentro do parque de exposições. O técnico Paulo Roberto Reis abordará temas como manejo dos peixes; fluxo de água; aeração; densidade de estocagem, e planejamento, custos e taxas de investimento. As vagas são limitadas a 50 pessoas. As inscrições podem ser feitas no estande da Bahia Pesca, que funcionará durante todos os dias da exposição, das 16h às 23h.
Tanque permite criação de peixe no sertão
Já o tanque de recirculação de água para criação de peixes permite que com uma pequena quantidade de água o produtor sertanejo crie peixe para consumo próprio e para venda. “O sistema conta com tanques de cultivo com capacidade de aproximadamente cinco mil litros; tanques reservatórios para reposição de água biodigestores biofiltros; unidade de bombeamento; filtragem mecânica e biológica; esterilização; aquecimento; oxigenação e recirculação”, explica o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira Júnior. A capacidade de produção do sistema é de uma tonelada de pescado por ano.
Fonte: Seagri


1ª Feira dos Agricultores Familiares de Ibicaraí aconteceu na praça do Cajueiro Velho

Aconteceu na manhã do último domingo (03), das 06:00 às 12:00h, na Praça Dois de Julho, distrito do Cajueiro Velho, a 1ª Feira dos Agricultores Familiares e da Economia Solidária de Ibicaraí. A feira acontecia todas as sextas-feiras em frente a Central de Abastecimento de Ibicaraí (no centro da cidade) e chega pela primeira vez ao distrito. Durante toda a manhã oito barracas foram montadas para expor e vender os produtos dos pequenos agricultores autônomos e da Cooperativa da Agricultura Familiar e Economia Solidária da Bacia do Rio Salgado e Adjacências (COOPFESBA).

Chocolate (da primeira fábrica da Agricultura Familiar), diversos tipos de cocadas, mel, hortaliças, ovos caipira, frutas e verduras, além de artesanato local, foram expostos e comercializados durante toda a manhã, na praça, movimentando o Cajueiro Velho e o Cajueiro Novo.
"Esse projeto já vinha acontecendo na sede (Ibicaraí) e resolvemos implantá-lo aqui no distrito do Cajueiro Velho, que diretamente atende ao Cajueiro Novo. Colocamos inicialmente oito barracas, mas a ideia é ir aumentando gradativamente com a chegada dos pequenos agricultores familiares que trazem o seu produto da roça para comercializar na cidade. O agricultor autônomo, ou participante de alguma associação, basta nos procurar com os seus produtos que temos uma barraca pronta para atendê-lo. Precisamos fortalecer a agricultura familiar e criar atrativos para manter o homem do campo no campo. Nossa ideia é fazer essa feira todo domingo aqui no distrito", disse Osaná.

A feira é uma realização da COOPFESBA, com o apoio do Governo do Estado, através da CAR, SDR, CESOL, além do apoio técnico da CEPLAC e SEBRAE e a Prefeitura de Ibicaraí. A feira conta ainda com a participação das: Associação dos Assentados do Projeto Santana, Associação dos Assentados do Projeto Vila Isabel, Associação Rural do Jacarandá, Associação Comunitária dos Agricultores e Amigos do Ribeirão das Iscas e Adjacências, Associação das pequenas e Microempresas de Ibicaraí (APEMI), Associação Comunitária da Região do Andrezão, Associação das Mulheres Guerreiras da Vila e a Associação Comunitária do Cajueiro Velho de Pequenos Agricultores Rurais e Sem Terra.

Texto: Arnold Coelho – Fotos: OC


ESTIAGEM DEVE AGRAVAR SITUAÇÃO DE MUNICÍPIOS


Deve aumentar nos próximos dias o número de municípios do sul da Bahia em situação de emergência por causa do longo período de estiagem. Já são mais de 9 meses sem chuva e as nascentes de quase todos os rios secaram.

Pelo menos 20 municípios 'sulbaianos' enfrentam dificuldade para fornecer água potável. A longa estiagem provocou seca das nascentes que abastecem Santa Luzia, Mascote, Itapé, Barro Preto, Itaju do Colônia, Arataca, Pau Brasil e Una.

Esses municípios se juntaram a Itabuna, Ilhéus, Itacaré, Buerarema, Itajuípe, Coaraci, Ibicaraí e Almadina, que adotaram racionamento de água. Em Itaju do Colônia, Camacan, Mascote e Arataca o cenário é desesperador para os agricultores.

Dezenas de animais morreram nesses municípios nos últimos dias por falta de água. Parte da produção agrícola está perdida. Os agricultores afirmam que os prejuízos causados por causa do longo período de seca é incalculável.

Em Itapé, fazendeiros seguem perdendo seus animais. Nos últimos meses, apenas um fazendeiro da zona rural da Estiva declarou que perdeu 90 animais que morreram de fome e sede.

Fonte: Itapé Notícias
Foto: Sandoval Novais


Bahia produz primeiros queijos finos de cabra com vinho e cachaça

Os primeiros queijos finos de cabra baianos, produzidos conforme as normas sanitárias exigidas pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), já começaram ser produzidos no município de Juazeiro. Utilizando tecnologia francesa, o primeiro curso de fabricação de queijos finos utilizando leite de cabra, ministrado pela médica veterinária, Maria Helena, consultora do Sistema Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), especialista em qualidade de leite e derivados, aconteceu nos dias 15, 16 e 17 deste mês, no laticínio Bom Sabor. “A Bahia sai na frente, com ação pioneira de fabricação de queijos finos, a partir do leite de cabra, tendo na sua composição e tecnologia, vinhos e cachaças produzidos na região do Vale de São Francisco”, declarou o secretário da Agricultura, Vitor Bonfim.

Essa é a primeira ação do Projeto Cabra Produtiva e Rota do Leite, da Seagri, que pretende organizar e profissionalizar a caprinocultura de leite no Estado, promovendo a inclusão dos pequenos produtores e fomentando a agroindustrialização, com produção especializada de queijos de cabra.  Os queijos produzidos durante o curso serão apresentados ao público e aos empresários do ramo, na EXPOVALE 2016, realizada entre os dias 17 e 22 de maio, Juazeiro.  Foram produzidos os queijos tipo Reino, Coalho Maturado com Vinho e Cachaça, Boursin, Feta, Perladon, Valençay e Chabichou.

O programa foi desenvolvido para fomentar a produção de leite de cabra no Estado, agregando um valor à matéria-prima (leite) através de tecnologia de transformação alimentar, com produtos de qualidade, impulsionando a cadeia produtiva do leite de cabra, que passa pela produção, industrialização e comercialização, e assegura o valor pago ao produtor, mais justo. Além disso, o Cabra Produtiva, através da Rota do Leite, vai apoiar a realização de torneios leiteiros previstos para acontecer nas exposições agropecuárias de Salvador, Juazeiro, Uauá e Senhor do Bonfim, atraindo animais e produtores da Bahia e de outros estados, com participação de cabras de melhor produtividade e genética aprovada, como forma de fomentar a caprinocultura no Estado e reduzir o déficit de produção de leite.

Caprinocultura
A caprinocultura tem representação significativa no semiárido baiano, região que possui o maior rebanho do Brasil com aproximadamente 2.768.826 milhões de animais, o equivalente a 30,22% do rebanho nacional, de acordo com dados do IBGE. No entanto, os dados oficiais da Agência de Defesa Agropecuária (ADAB) revelam que a Bahia só beneficia 1.500 litros de leite por dia, inspecionados, e possui apenas três laticínios habilitados para processamento.


Assessoria de Comunicação - Secretaria da Agricultura,Pecuária, Irrigação,Pesca e Aquicultura (Seagri)
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Ascom Seagri – 18 de abril de 2016
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71.3115.2794 / 3115.2737 / 98718.2872


Produtores investem em cacau fino para melhorar economia

Produtores investem em cacau fino para melhorar economiaMais de três mil agricultores de 145 comunidades de províncias do Equador foram beneficiados com um projeto denominado Belas Aroma Cocoa lançado pelo Ministério da Agricultura do país no final de 2010.
O projeto consiste na distribuição de mudas de cacau para renovação de área. Mas antes, os produtores recebem treinamento de plantio, poda, fertilização e beneficiamento do fruto para alcançar um cacau com melhor qualidade.
Já foram entregues mais de 30.000 plantas de variedades clonais diferentes atendendo as necessidades de cada região do país. A inciativa, segundo os produtores, tem contribuído bastante para o desenvolvimento das lavouras e consequentemente melhorado a economia deste agricultores. 

Edição: Mercado do Cacau 


Produção especializada de chocolate vai valorizar cadeia do cacau na Bahia




A Escola Chocolate da Floresta, iniciativa do Instituto Cabruca, situada no município de Ilhéus, recém-lançada em Salvador pelo secretário da Agricultura, Vitor Bonfim, e o presidente do instituto, Durval Libânio, vai realizar o primeiro curso entre os dias 15 e 17 de dezembro. Com o tema “Cadeia de Valor do Cacau ao Chocolate”, o curso envolverá os territórios do Litoral Sul, Baixo Sul e Rio das Contas, que englobam 53 municípios, responsáveis por 80% do cacau produzido na Bahia. “A produção especializada do chocolate vai agregar valor ao produto que já vem sendo reconhecido no cenário internacional, pela qualidade, em eventos como o Salão do Chocolate. A cadeia do cacau está começando a ganhar força, e queremos voltar a viver aquele momento de apogeu histórico da atividade no Estado”, ressaltou o secretário Vitor Bonfim.

A Bahia é o maior produtor nacional de cacau, responsável por 75% desta produção. O Estado vive momento de recuperação e retomada da produção, e investe cada vez mais em qualidade das amêndoas, matéria-prima que tem atraído chocolateiros da Europa. Para divulgar o chocolate baiano e impulsionar o desenvolvimento de toda cadeia do cacau, o secretário da Agricultura afirma que “vamos fomentar o turismo rural, revelar os caminhos da cadeia produtiva do cacau, buscando a parceria da Secretaria de Turismo, valorizando a riqueza natural do Sul da Bahia, e a qualidade do cacau baiano, como já acontece com o café”, disse.

A Escola Chocolate da Floresta foi fundada em quatro de dezembro deste ano e busca tornar o Brasil referência mundial em cacau e chocolate de origem. O objetivo é proporcionar às pessoas e empresas da região o desenvolvimento de talentos e competências em cacau e chocolate, imprimindo conceitos de sustentabilidade, qualidade, origem e inovação. “A escola marca uma evolução na atividade cacaueira da Bahia, e certamente, fará a diferença na produção de chocolate no País”, declarou Libânio. No ano em que comemora seu centenário, o Instituto Cabruca homenageia o escritor Adonias Filho, que versou sobre as riquezas da região cacaueira. A neta do escritor, herdeira de uma pequena fazenda do avô, que cultiva cacau na região, Rosita Velloso, revela que “também quero aprender a produzir chocolate de qualidade e serei uma das alunas da escola”, declarou Rosita.

O cabruca é um sistema agroflorestal que se caracteriza pelo plantio do cacau sob a sombra das árvores da Mata Atlântica, após ter sido “cabrocada”, ou seja, a mata ter sido aberta para plantação dos cacaueiros, preservando as árvores que fazem o sombreamento. O município de Camacan, no Sul da Bahia, abriga a maior Jequitibá do Brasil em área de cabruca. O Instituto do Cacau tem a missão de conciliar a produção agroflorestal de cacau, o combate à pobreza e a conservação da biodiversidade, minimizando os efeitos das mudanças climáticas globais.   

Ascom Seagri
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Seagri desenvolve planos estratégicos para incrementar cadeias produtivas

Para valorizar o amplo potencial da agropecuária baiana, estruturando cadeias produtivas importantes para o Estado, a Secretaria da Agricultura da Bahia (Seagri), desenvolve planos agrícolas específicos que priorizam culturas consideradas estratégicas. Os planos estaduais do Coco, o Prodebon (borracha natural), e do Leite fomentam ações efetivas de médio e longo prazo para alcançar autossuficiência na produção dessas culturas. Os programas fazem parte das ações previstas no Plano Safra da Bahia 2015/2016, lançado nesta quinta-feira (13), no Bahia Othon Hotel, em Salvador. “A ideia é impulsionar culturas que possuem potencial, reorganizando a estrutura dessas cadeias e viabilizando políticas públicas de fomento à produção, e estimulando o associativismo e o cooperativismo”, explica o secretário da Agricultura da Bahia, Paulo Câmera.

Como maior produtor de coco do Brasil, a Bahia possui área plantada de 75,8 mil hectares, produção estimada em 554 milhões de frutos/ano e Valor Bruto da Produção Agrícola (VBPA) de R$ 273,5 milhões. Do ponto de vista social, essa atividade absorve grande contingente de mão de obra, sendo um grande fixador do homem no campo, responsável por gerar 240 mil empregos no Estado. O potencial dessa atividade no Estado, aliado à demanda nacional e mundial por derivados de coco, sobretudo da água de coco, representa a oportunidade de atração de agroindústrias para a Bahia, exigindo, consequentemente, que a cadeia produtiva esteja estruturada para atender essa necessidade.
Para tanto, foi elaborado o Plano do Coco, pela Câmara Setorial de Fibras Naturais, Subcâmara do Coco, estrutura vinculada à Seagri, fruto da ação coletiva dos principais representantes da cadeia produtiva no Estado, com objetivo de dinamizar e impulsionar a atividade, a partir de ações estratégicas de renovação e ampliação da produção.
Rebanho leiteiro
A Bahia possui rebanho bovino de cerca de 11 milhões de cabeças e desse total 1,5 milhão são de vacas leiteiras, o que coloca o Estado em terceiro lugar no ranking de rebanho leiteiro. Apesar disso, o Estado oscila entre o 23º e 25º lugares em produtividade por vaca ordenhada/ano, com a marca de 540 litros de leite, enquanto estados como Pernambuco e Alagoas produzem 1.500 litros/ano por vaca ordenhada. A produção baiana é de 1,2 bilhão de litros de leite, ao passo que o consumo interno supera o volume produzido em 400,0 milhões de litros ano. Com ações de apoio desenvolvidas nos últimos anos pelo governo do Estado, a produção baiana passou de 945 milhões de litros de leite/ano, em 2006, para 1,24 bilhão em 2011, aproximando-se dos 1,6 bilhão consumido por ano.
Para intensificar ainda mais o apoio á cadeia do leite, a Seagri elaborou, com a participação da Câmara Setorial do Leite, o Plano Estadual da Pecuária Leiteira (Plano Leite Bahia), que promove ações de disponibilização/ampliação de um novo modelo de assistência técnica especializada, da implantação de tanques de resfriamento e usinas de beneficiamento, além de um laboratório de qualidade do leite certificado pelo Ministério de Agricultura (Mapa). O Plano abrange 18 Territórios de Identidade, agrupados em cinco polos regionais por características edafoclimáticas (local, solo, clima e disponibilidade de água) semelhantes.
Prodebon
Com produção de 17,2 mil toneladas/ano de borracha seca e 33,3 mil hectares de áreas cultivadas com seringueiras, a Bahia é o segundo maior produtor do Brasil, estando atrás apenas de São Paulo. Contudo, a carência de política nacional de incentivo à produção de borracha natural provocou o declínio do setor primário dessa cadeia produtiva, com reflexos negativos para as agroindústrias locais.
Nesse contexto, aliado ao crescimento da demanda por borracha natural e à perspectiva favorável do mercado para as próximas décadas, criou-se o Programa de Desenvolvimento do Setor da Borracha Natural do Estado da Bahia (Prodebon). O programa visa alcançar a meta de implantar 100 mil hectares de seringueira até 2032, sendo 75% em sistema agroflorestais (SAF’s) e 25% em substituição de eritrina por seringueira em plantios de cacau, com recursos globais da ordem de R$ 1,6 bilhão, beneficiando cerca de 21 mil produtores, passando dos atuais 6.557 mil postos de trabalho, para 34 mil empregos gerados.

Fonte:
Ascom Seagri
Viviane Cruz – DRT-BA 4735
tEL.:(71)3115-2794 /2737/8718-2872


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